SOBRE O LIVRO |
Rainha Sarah contém um relato ficcional em que uma Dominadora (adepta do BDSM, subcultura urbana que inclui Dominação e sadismo) conta como conseguiu, enfim, realizar-se enquanto Senhora ao obter seus dois submissos: Um e Dois.
O livro contém a descrição do relacionamento desde o momento em que ambos conheceram-se conversando pela internet até o momento em que acontece o Encoleiramento definitivo do submisso em uma cerimônia pública. Tudo isto um contexto totalmente voltado para a realidade da subcultura BDSM, segundo é, de fato, praticada no Brasil e no mundo. Assim, as cenas são fortes e altamente sensuais mostrando práticas nem sempre conhecidas pelo grande público.
Rainha Sarah contém um relato ficcional em que uma Dominadora (adepta do BDSM, subcultura urbana que inclui Dominação e sadismo) conta como conseguiu, enfim, realizar-se enquanto Senhora ao obter seus dois submissos: Um e Dois.
O livro contém a descrição do relacionamento desde o momento em que ambos conheceram-se conversando pela internet até o momento em que acontece o Encoleiramento definitivo do submisso em uma cerimônia pública. Tudo isto um contexto totalmente voltado para a realidade da subcultura BDSM, segundo é, de fato, praticada no Brasil e no mundo. Assim, as cenas são fortes e altamente sensuais mostrando práticas nem sempre conhecidas pelo grande público.
Para desenvolver a história, a autora mergulhou em pesquisas relacionadas à prática para que fosse mantida maior fidelidade à filosofia niilista, da maneira como ela é difundida desde o Marquês de Sade. Com a diferença de que, em vez de envolver uma história em que a figura feminina aparece subjugada, quem aqui se subjuga e entrega-se para ser controlado, adestrado é o homem que sente prazer em pertencer e ser cuidado e protegido por Senhora.
SOBRE A AUTORA |
Érica Araújo e Castro, a autora, é professora de Inglês e Literatura, além de colunista do jornal Conhece-te a ti mesmo.
Seu envolvimento com histórias libertinas vem da adolescência quando entrou em contato com os escritos de Marquês de Sade e Pauline Reáge (pseudônimo de Anne Desclos). Assim como Anne Desclos, Érica sentiu-se desafiada pela pouca presença feminina nos escritos libertinos e a escolha do FemDom veio exatamente para mostrar o contraponto à Dominação masculina, que muitos, de maneira errônea, acreditam ser a única forma existente de BDSM.
















![A História de um Dominador e de suas Submissas: Um livro sobre fetiche e desejo (Portuguese Edition) by [Mestre K@]](https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/41PwCb2milL.jpg)
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