sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

SIM SENHOR!!!

Participo de uma leva de grupos de debates sobre o BDSM, alguns são fechados e permitem apenas submissas, outros abertos e contam tando com a presenças de Tops quanto bottons... e vejo o quanto é reinante a presença de meninas q nasceram com o NÃO na boca..kkkkk... 
Calma explicarei.. ou pelo menos tentarei explicar minha frase a cima..
Bem "meninas do NÃO", São aquelas que a cada imagem que foge das romantizadas e lindamente sensualizadas dos patrocinadores das literaturas "eróticas domesticas", ficam horrorizadas e já logo afirmam em letras garrafais, alias até posso imaginar a cara de nojo, que nunca fariam aquilo.. ou isso... 
ok.. claro.. os mocinhos não "enfiam" a mão no vagina* da mocinha....Não, ele apenas dá uns tapinhas no bumbum dela e a faz gozar loucamente...depois de enche-la de presentes, é claro.... é super compreensivo q o sonho não seja compatível com a realidade...afinal nem sempre a realidade imita a arte.. ou vice-versa...No BDSM a realidade é bem mais cruel, viscosa e perversa... e por isso q é tão boa, (Desculpem, mais essa é minha sincera opinião.. adora a viscosidade das sessões...) existe a dor, o choro, a força e a meiguice... as vezes em intensidades desiguais..porem a cima de tudo existe o abandono.. de ambos.. isso mesmo não só a submissa se entrega, o Senhor tbm, Ele se entrega aos seus mais perversos desejos e se permite ser inteiro. Porem isso só existirá com a entrega tbm da menina.. sem os NÃOS ou TALVEZ... apenas os olhos fechados e o coração entregue..
Quanto vejo essas meninas NÃO negando o q não conhecem, supondo sensações pelas imagens, me pego a pensar.. 
"Pobres "meninas NÃO" sofrem sem saber o prazer que um humilde "sim" poderia proporcionar a elas!"

Belzinha

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

PARAFILIAS

  • Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras ao pênis.
  • Agalmatofilia: atração por estátuas.
  • Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre.
  • Aiquemofilia : Prazer pelo uso de objetos cortantes e pontiagudos
  • Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos).
  • Amphiboliafilia: atração ou excitação sexual por ambiguidades.
  • Anadentisfilia: excitação e prazer sexual por pessoas sem dentes.
  • Anemofilia: excitação sexual com vento ou sopro (corrente de ar) nos genitais ou em outra zona erógena.
  • Apotemnofilia: desejo de se ver amputado.
  • Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio.
  • ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada.
  • BBW: atração por mulheres obesas
  • Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro.
  • Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens.
  • Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.
  • Coleopterafilia: atração sexual por besouros.
  • Coprofagia: fetiche pela ingestão de fezes.
  • Coprofilia: fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro.
  • Cock and ball torture: é uma atividade sexual BDSM sadomasoquísta envolvendo os genitais masculinas.
  • Coreofilia: excitação sexual pela dança.
  • Crinofilia: excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc).
  • Crematistofilia: excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro.
  • Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro.
  • Cyprinuscarpiofilia: excitação sexual por carpas.
  • Dendrofilia: atração por plantas.
  • Emetofilia: excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vômito de outro.
  • Espectrofilia: prática medieval que consiste na excitação por fantasias com fantasmas, espíritos ou deuses.
  • Estelafilia: atração sexual por monumentos líticos (feitos de pedra) normalmente feitas em um só bloco, contendo representações pictóricas e inscrições.
  • Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais.
  • Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas).
  • Fisting: prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus).
  • Flatofilia: prazer erótico em escutar, cheirar e apreciar gases intestinais próprios e alheios.
  • Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.
  • Galaxiafilia: atração sexual pelo aspecto leitoso da Via Láctea.
  • Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos.
  • Hebefilia (ver lolismo)
  • Hipofilia: desejo sexual por equinos.
  • Imagoparafilia: prazer em imaginar-se com alguma parafilia.
  • Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios
  • Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes
  • Kosupurefilia: excitação sexual por Cosplay.
  • Maieusofilia: ver pregnofilia
  • Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.
  • Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas.
  • Moresfilia: atração ou excitação sexual por coisas relativas aos costumes.
  • Nanofilia: atração sexual por anões.
  • Necrofilia : atração por pessoas mortas
  • Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas.
  • Odaxelagnia: fetiche por mordidas.
  • Orquifilia: fetiche por testículos.
  • Panpaniscusfilia: excitação sexual por Bonobos.
  • Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens.
  • Pigofilia: excitação sexual por nádegas.
  • Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.
  • Podolatria: fetiche por pés.
  • Pogonofilia: fetiche por barba.
  • Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas e/ou pela observação de partos.
  • Quirofilia: excitação sexual por mãos.
  • Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.
  • Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem.
  • Sarilofilia: fetiche por saliva ou suor.
  • Sororilagnia: sexo com a própria irmã.
  • Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos.
  • Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro.
  • Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos.
  • Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não.
  • Vorarefilia: atração por um ser vivo engolindo ou devorando outro.
  • Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo.
  • Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Parafilia

O BDSM CLUBE

Ele foi fundado ano passado pela famosa Gata Selvagem, uma das fetichistas e Dommes mais conhecidas do pais e que era uma das mais conhecidas organizadoras de eventos BDSM que agora dirige sua própria casa.
Bem o Bar durante a semana serve deliciosas refeições e é conhecido como Rock, Blues and Co. e funciona todos os dias sob a direção de nossa amiga de muitos anos e que conhece tudo de culinária de bares e eventos também tendo um Buffet com varias delicias que vale a pena experimentar.
Porem nas sextas e sábados a noite a partir das 21:00 ou até mais cedo em eventos diferenciados o Rock, Blues and Co. se transforma no BDSM Clube e a Gata Selvagem nossa anfitriã nos recebe super bem com toda atenção em um ambiente super aconchegante, requintado e receptivo.
BDSM Clube tem como padrão na sexta feira ter um Munch que basicamente é uma reunião de amigos para conversar sobre o BDSM em um tema diverso.
A casa tem como ponto alto um cardápio com deliciosos petiscos e comidas que alias tenho de destacar a minha predileta porção de bar que é o provolone a milanesa...!!! Mas de tudo que experimentei na noite do cardápio posso dizer que a cozinha do BDSM Clube esta de parabéns...!!!
Fora isso por ser um Bar ele tem varias marcas importadas para os amantes da cerveja, e vários licores e bebidas alias a ginger_OM amou poder encontrar no bar o licor espanhol predileto dela o "43" que até hoje encontrou em raríssimos lugares.
E por fim temos de destacar o que faz o maior diferencial do bar que é o super bem equipado Dungeon no primeiro andar onde os praticantes ou simpatizantes podem fazer ou ver cenas no equipamentos do Dungeon sob a supervisão da Gata Selvagem que mantem o SSC (São, Seguro e Consensual)no bar.
Então com as pessoas sempre me questionam de onde podem ter um primeiro contato vendo cenas ou aprendendo BDSM de forma segura, sim o BDSM Clube é umaótima opção...!!!
Situado em uma ótima localização na zona leste de São Paulo:

Rua Antonio de Barros, 2780 - Tatuapé - São Paulo - SP - Brasil.
Fones: (11) 2157-1130 / 2538-5335 / 97165-1811

FONTE: http://www.motorfetiche.com.br/eventos/8-o-bdsm-clube.html

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

RELAÇÃO D/S

O que é uma relação D/s

Se alguém perguntar o que é “Dominação e submissão” irá receber das pessoas envolvidas nesse tipo de relacionamento as mais diferentes respostas. No entanto, a maioria concordará que D/s consiste numa relação consensual de troca de poder entre duas pessoas. Uma pessoa está no controle, conhecido como dominador, a outra pessoa é controlada, conhecido como submisso (note que o “Dominador” é normalmente maiúsculo e que “submissos” não é). O submisso dá certa quantidade de ‘poder’ para o Dominante sobre sua vida. Isto pode ser simples com o dominante dizendo-lhe o que vestir a cada dia, ou pode ser tão complexo como ele ter de pedir autorização para o Dominante até mesmo sair de casa. O ponto importante a ser observado é que estamos tratando de relações consensuais. Os direitos do submisso não são tomados deles, esses direitos são tratados livremente durante um período de negociação.


Existem alguns termos que são usados dentro do estilo de vida D/s:
• Dominador – A pessoa a quem é dada certa quantidade de controle sobre o submisso. Outras maneiras de descrevê-los são Dom e Domme.
• submisso – A pessoa que dá certa quantidade de controle para a Dominadora. Outros termos usados para descrevê-los são sub e escravo.
• D/s – Dominação e submissão. Um relacionamento com troca de poder.
• baunilha – relacionamento sem envolvimento D/s.
• 24 / 7 – Viver um relacionamento D/s 24 horas por dia, sete dias por semana.
• Cena – A melhor maneira de descrever uma “cena” é pensar numa cena de filme. É uma interação entre um Dom e uma sub. Essa cena não tem que ser sexual; tudo o que é necessário é que exista a troca de poder entre os participantes.
• Top – Um Dominante para apenas uma cena.
• bottom – Um submisso para apenas uma cena. Isto não significa a pessoa é sempre um submisso. .
• Switcher – Alguém que alterna entre papéis de dominante e submisso.
• Safeword (palavra de segurança) – Palavras que são usadas por qualquer Dom ou sub para desacelerar, ou parar uma cena. Escolher a palavra que será usada faz parte da negociação.


FONTE: CASTELO DOM RAFAEL

sábado, 15 de fevereiro de 2014

PARAFILIA


Coreofilia



Conhecemos aqui mais uma parafilia, essa refere-se a atração sexual pela dança.

É sabido por todos o quanto a arte da dança pode proporcionar e promover entre as pessoas. 
Traz tonificação muscular, melhoria na flexibilidade e coordenação motora.
 Melhora a circulação, como qualquer outra atividade física, ajuda a regular o sono, diminui a ansiedade.
 Por ser aeróbico a depender do ritmo, ajuda a perder uma boa quantidade de calorias, enfim, é bom demais.
Pensando melhor, mas... de que forma a dança poderia ser aliada ao sexo?
É possível obter prazer pela dança?




A dança por si só é libertadora. A própria desenvoltura corporal proporciona todo esse sentimento de liberdade, onde os movimentos podem ser feitos espontaneamente, como quiser.

Uma linda dança que proporciona grande liberdade em seus movimentos é a dança do ventre. 
Quem nunca viu tamanha beleza, sensualidade e envolvimento que ela proporciona?
A forma de dança chamada em árabe de "Raqs Sharqui" (dança do oriente) existe provavelmente há milhares de anos. Há muitas teorias sobre suas origens, uma das quais é que ela tem suas raízes na Índia e que de lá foi difundida pelos ciganos que a divulgaram no Ocidente. 
Outros dizem que ela nasceu no Antigo Egito, e querem traçar no passado sua origem de acordo com antigas danças rituais da Idade da Pedra, nas religiões que cultivavam a grande Deusa. 
Também acredita-se que a dança existiu como forma de arte nas cortes tanto sob o Império Romano quanto mais tarde no Império Otomano (Turquia). Durante esta época, imagina-se que a dança possa ter se espalhado por todo o mundo árabe.
O mais interessante dessa dança é que dizem ser boa para a fertilidade. Sendo então um prenuncio como dança do acasalamento, onde seduz, agrada o companheiro e prepara o ventre para a vinda do futuro herdeiro.
Todos os movimentos, roupas, maquiagem são feitos com escolha especial, totalmente para agradar o marido... é uma relação baunilha sim, mas vendo a relação como é conduzida, tudo em prol de agradar. 
No D/s temos isso, o pensamento da submissa é focado nisso, em agradar o Dono.




Outra dança com esse intuito de sedução e envolvimento é o Polidance

Pole dance (em português: dança do cano, dança da barra, dança do varão ou, ainda, dança do poste - literalmente -, também conhecida como barra americana) é uma forma de dança e ginástica. 
Original da Inglaterra dos anos 1980, 1 2 foi introduzida em Portugal em 2005 pela escola Círculo de Dança de Lisboa.3
Se trata de uma dança sensual , utilizando, como elemento, um poste ou barra vertical sobre o qual o(a) bailarino(a) realiza sua atuação. Este termo é comumente associado ao âmbito dos strip clubs, porém, recentemente, também vem se utilizando o termo pole dance artístico nos cabarés e nos circos em espetáculos acrobáticos que não apelam ao erotismo como ferramenta visual.
Existem diferentes vertentes de pole dance. Antigamente associado às casas noturnas e ao strip-tease, o pole dance assume, hoje, outras vertentes, como, por exemplo, o pole dance fitness, para a finalidade de trabalhar determinados grupos musculares, ficar com o corpo em forma e praticar algum desporto. Há o poledance artístico, que visa mais ao lado acrobático e que é incorporado principalmente em espetáculos de performance, no circo etc. E também o poledance sensual ou erótico, que é o que se vê nos strip clubs e que visa mais ao lado erótico e sensual.
O pole dance requer certa força e resistência. Nos strip clubs, o pole dance se realiza de forma não tão ginástica, mas também acompanhado de um strip-tease.
De que forma a coreofilia pode estar inserida n BDSM? No puro e simples momento de agradar o Dono por meio da dança. Na dança tem tudo o que em geral o Dono gosta, sensualidade, envolvimento, sedução e principalmente excitação que isso pode proporcionar.
Mas fora esse momento, é possível que também possa ser praticado de outra forma, durante o ato sexual. 
Isso mesmo!
Dependendo do ritmo e estilo de música, ela pode ser associada ao sexo a partir dos movimentos do bit que a musica proporciona.
Exemplo: Se a música é mais acelerada, os movimentos das posições se tornam mais intensos o que proporciona um prazer incrível, podendo fazer as mulheres chegarem a orgasmos múltiplos!

Texto by Lara Angel 
Fonte: O Clube das Submissas

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

LOJA BIJOUX


http://mianne-bijoux.loja2.com.br/

http://feticheclub.com.br/

FIGGING(Gengibre)

http://senhoretrom.blogspot.com.br/2012/06/figginggengibre.html?zx=6b1a31a8c86d675c


Figging é a prática sexual que envolve inserir um pedaço de raiz de

 gengibre no ânus, vagina, ou uretra. Produz uma sensação

 de "fogo" e um prazer indescritível. 




Refere-se a uma prática BDSM, praticadas pelos adeptos
 de sexo SM e Bondage, mas, originalmente, era aplicado em cavalos
, em uma prática conhecida como Gingering, para manter a postura
 e o rabo levantado. Essa técnica também se tornou popular
 no período vitoriano, quando o gengibre era utilizado durante
 a surra. Nessa época, enfiava-se o gengibre no ânus para impedir
 que se apertassem as nádegas.

SEGURANÇA:
Como o Gengibre é um produto natural, aparentemente
 não á riscos de danos permanentes. Mas, mesmo sendo um
 produto natural, a prática não é indicada para pessoas
 alérgicas ao gengibre.

COMO FAZER:

- Em muitos supermercados já existem gengibres
 pré-cortados e embalados para venda, mas, para o 
uso da prática dentro do BDSM e para uma eficácia
 maior, é necessária a peça inteira, com casca. 
A casca mantem o gengibre fresco e 
produzem mais efeito;

- Pegue um pedaço de gengibre fresco, corte e 
descasque do tamanho de um "dedo" de raiz do 
gengibre, como um plug - demonstrado na figura;

- Tome cuidado na hora do corte para manter uma base
 que servirá como proteção, para reter o gengibre, 
de maneira que não entre por inteiro no local a
 ser inserido, no ânus ou na vagina;

- Ao entalhar a raiz, não deixe cantos e
 rebarbas que podem machucar;

- Introduza e deixe o gengibre na vagina ou no
 ânus no máximo de 5 a 10 minutos.

 - Não use nenhum lubrificante na raiz, pois corta o efeito
. Use somente água fria para umedecer.
 (A raiz úmida fica escorregadia o suficiente)

SENSAÇÕES:
- Entre 8 a 10 minutos a vagina irá produzir secreções
 e a sensação de "fogo/quente" trará um prazer indescritível;

- Após a aplicação de no máximo 10 minutos, sensação de
 "fogo/quente" vai diminuindo depois de 1 h a 2hs;

- Para cortar o imediatamente o efeito, 
tome uma ducha de água gelada.  


Saudações SM!

Senhor Etrom

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Bdsm Disciplina e Passioni

AS 15 REGRAS DOS SÁDICOS

 Sádicos não são gente.! É melhor não contrariá-los.
 Sádicos tem insônia. Creio que seja uma espécie de característica deles. E na minha opinião tal fenômeno se dá pelo fato de estarem sempre pensando em maldades.
 Sádicos são experts em contrariar. Se ele sabe que espera um "sim" ele não dirá um "não" e vice versa.
4 Sádicos são onipresentes. Não importa o quão escondido e bem feito você faça algo errado, eles parecem ter olhos por toda parte e sempre descobrem aquela bobagenzinha que você aprontou.
5 Sádicos tem uma memoria de elefante. Não se iluda. Mesmo que passe meses desde aquela pequena falta, eles vão se lembrar de cobrar isso.
6 Sádicos são oniscientes. Quando eles dizem que o Céu é rosa, não discuta. Estão apenas procurando uma brecha pra lhe fazer alguma pequena maldade.
7 Sádicos são onipotentes. Eles podem tudo. Tentar uma queda de braço com eles é deveras divertido. Mas já entre sabendo que irá perder. E de forma nem sempre consensual.
8 Sádicos não entendem bem o português. Se você diz "não quero" eles entendem "faça, por favor". Se diz que está doendo muito eles entendem "pode bater mais."
9 Sádicos não gostam de dividir seus brinquedos. Pensam eles: "Se é pra quebrar, eu que irei."
10 Sádicos são metódicos. Estão sempre repetindo alguma atividade (geralmente insuportável) que deixe claro que eles querem causar dor e desconforto.
11 Eles são fortes. Não me refiro só a força física. É um tipo esquisito de força que faz você teme-los. É como aquele medo que a gente sente quando vê um louco na rua. Nunca se sabe do que ele será capaz.
12 Sádicos usam as masoquistas, mas fazem com que elas pensem que é o contrário. Não se iluda. Você é tão brinquedo quanto os (as) submissos (as)
13 Sádicos confundem lágrimas com sorrisos. Se você não está chorando, é porque tem algo errado.
14 Sádicos não são de Deus. Mas ainda assim ele criou as Masoquistas, ninguém mais seria capaz de suportá-los.
15ª O mais intrigante e sobretudo importante: Sádicos são Adoráveis.
https://fetlife.com/users/1539136/posts/2032903

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

UM LOBO E SUA SUBMISSA (PARTE FINAL)

“De quatro, na cama”. Ele começa uma surra já forte desde a primeira chicotada. Sem aquecimento. Troca por cordas, cinto, palmatória. Ele interrompe as lambadas quase sempre naquele momento em que a palavra intermediária de segurança seria dita por mim. “Quase sempre”, pois às vezes preciso dessa palavra, preciso que ele saiba que está chegando ao limite que deseja expandir a cada sessão um pouco mais.
“De joelhos, no chão”. Imediatamente me coloco onde ele aponta. Em suas mãos vejo as “odiadas clamps”. Nesse momento, a submissa em mim tem que buscar a sua masoquista lá no fundo da alma para vencer a vontade de reclamar ou fugir. E Ele sabe disso. Olha em meus olhos enquanto aperta meus seios com as clamps e imagino que se excita com minha dor estampada no rosto, sádico que é. A pior das clamps vem depois, no clitóris, essa é a que testa minha resistência, disposição a servir e capacidade de controlar as emoções. Resisto, orgulhosa, e vem a recompensa do seu elogio: “está aprendendo a obedecer. Muito bem, minha menina”.
Com essas clamps sou amarrada à cama, de bruços, braços e pernas abertos, as clamps dos seios forçadas sobre o colchão dóem mais ainda, a bunda arrebitada pelo travesseiro, sua peça pronta e à disposição. Assim Ele faz o treinamento anal da Sua submissa para chegar ao “fisting” ainda não obtido. E ainda não é dessa vez. Mas sendo estimulada assim, invadida por seus dedos, por objetos, manipulada por Ele,tenho um gozo forte e único. Ele continua, mas digo minha palavra de segurança “final”. Preciso que pare aquele misto de tortura e gozo, pois as sensações já são intensas demais. Os músculos doem, uma onda de medo começa a invadir..... agora eu sei o momento de parar, antes que o pânico tome conta dessa submissa medrosa, mais submissa do que masoquista, e antes que a dor intensa corte todo o tesão e se transforme em simples tortura, desumanizada.
Ele me solta imediatamente, e, livre dessas cordas podemos passar a um momento mais calmo, posso ter em minha boca seu membro que eu adoro, idolatro, e sobre isso Ele uma vez me disse, sorrindo, naquela leveza que só ele tem no meio do caos, “alegria de sub é pau do Dono na boca, não sabia disso, minha menina?” Eu adoro estar ali, entre suas pernas, nesse momento não existe mais nada. Aliás, o mágico da sessão é isso, não há mais nada naquele momento, naquele local, nada além de um homem e uma mulher, Dominador e submissa, e aquela relação, aqueles dois corpos interagindo num teatro muito especial, que só a eles interessa.
Recebo Seu gozo em minha boca, e esse é um momento muito especial. Adoro a entrega que simboliza esse ato, adoro também o gosto do meu Dono, adoro me sentir uma puta vadia, melada de porra, adoro a submissão que isso significa pra mim. De joelhos, melada, usada, feliz.
Mas uma coisa testava ainda minha submissão... a clamps no clitóris e uma dor extenuante que, agora, sem a distração de chupar meu Dono, voltava a me lembrar da sua incômoda presença. Mais que lembrar, a clamps gritava... e, finalmente, ele me manda deitar para tira-la. Ele tira com cuidado, sem puxar, mas a dor é lancinante. Grito e me levanto, choro convulsivamente, para minha própria surpresa, talvez porque essa dor tenha sido “única”.Ele então me abraça, me acalma e me diz que “já passou”, que não fez para me torturar, mas para me ensinar que “a dor faz parte dessa relação”. Penso que Ele também o fez para reafirmar Seu domínio.
Penso com uma obsessão que me é típica, dia e noite, que eu O quero como meu Dominador, e a ninguém mais. E torço para a minha intuição não ter me abandonado e que eu seja correspondida nesse desejo que é bem maior do que a minha compreensão.É assim que me sinto hoje, mas a cada dia fico um pouco mais confiante sobre a vida, sobre essa relação, até porque tenho sentido uma paz de espírito que me indica estar no caminho certo.
Nesse caminho percorrido nos últimos meses, às vezes fiquei triste, às vezes fiquei com raiva, às vezes fiquei sem saber o que fazer. Muitas vezes chorei também, uma mistura de tristeza e frustração pelos desejos não satisfeitos, pelas imposições da vida baunilha mas, sobretudo, pela insegurança que me toma quando não O sinto perto de mim. E de vez em quando sinto uma saudade da dor, um desejo absurdo de levar uma surra de cinto e ficar vermelha e marcada e gozar, claro!!!! Já estava até esquecendo que isso existia....


TEXTO: Diana Vergas (irmã amada).

sábado, 1 de fevereiro de 2014

UM LOBO E SUA SUBMISSA !!!!! (primeira parte)

Eu gosto dessa sua carinha de dor”, disse Ele apertando os bicos dos meus seios com a força que já sei que tem meu Dono, meu Dominador, meu Senhor, meu lindo, como chamo aquele que me domina, a quem me entrego de livre vontade para que use o meu corpo como quiser, e assim me realizar como submissa. Ele fala assim, num tom carinhoso, olhando nos olhos, com um sorriso nos lábios, que no mundo baunilha estaria dizendo simplesmente “gosto de você”.
Aquele que me domina também me protege, me orienta, se faz presente todos os dias, ainda que distante, mas em todas as áreas da minha vida, cuida da “sua menina”, e também a transforma em cadela, puta-submissa, objeto. Uma relação Dominador/submissa com todas as suas contradições e dicotomias, prazer e dor, entrega e renúncia, onde a partir do corpo se chega à alma, para muito além dos momentos das sessões.


Olho Seus olhos, Seu rosto, Seu corpo. Fecho depois meus olhos, como se fosse aliviar a minha dor, mas abro novamente, pois quero estar ali, presente, por inteiro. Não saberia dizer a sequência das práticas, mas sei como as emoções se sucedem e crescem durante uma sessão. Só não sei onde irão parar, ou onde atingirão seu máximo, se numa explosão de gozo ou num choro incontrolável. Qualquer das duas coisas pode acontecer, e nenhuma opção é melhor nem pior do que a outra. E podem acontecer ao mesmo tempo.
Essa intensidade de quem só sabe ser feliz assim, para quem o “normal” é ter êxtase, e nada menos do que isso é aceitável, isso só encontrei aqui, nesse espaço, nas mãos desse Dominador. Tento analisar o que se passa em cada sessão como se fosse possível fazer um roteiro de trás para frente, e dessa forma encontrar respostas para cada sentimento, na expectativa de entender o que eu vivo. Em vão. Melhor escrever para guardar as memórias dessas experiências intensas e para extravasar essas emoções.
“Nunca vou bater menos do que já bati. E quando chegar ao seu limite, um outro maior irá surgir”. Ele não disse em tom de ameaça, coisa que nunca faz. Sempre calmo, conduz Sua submissa com explicações, com gestos, com conversa, carinho e, claro, Suas ordens, Seus sermões, Seus castigos, e com as práticas que extravasam Seu sadismo e se transformam em Seu gozo, razão fundamental dessa relação, e realização máxima da submissa, o gozo do Seu Dono....."
                                                                                         
Texto Diana Vergas (minha irmã amada).