sábado, 4 de outubro de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

PRATICAS BDSM

O BDSM é um universo composto por diversos fetiches. Ninguém é obrigado a gostar de tudo, mas é obrigado a respeitar o gosto do outro. Talvez algumas práticas relatadas aqui não te agradem ou possam até ofender.
Bondage: Fetiche por amarrar o parceiro. Restringir para dar prazer. Pode ser por cordas, roupas, Vac-Beds, camisa de força, filmes plásticos, etc… Pode ser usado para disciplinar o parceiro. É necessário ter certo domínio no assunto.
Self-Bondage: Prática de bondage feito por si próprio, ’se amarrar’. Deve-se ter cuidado ao praticar self-bondage.
Water Bondage: Fetiche por Bondage debaixo d’agua, ou que contenha água. Mumificação: Restrição por meio de mumificação por gaze, filme plástico, gesso, etc… Digamos que é uma subcategoria do Bondage.
Shibari: Arte milenar japonesa de amarrar a pessoa para lhe dar prazer. Feito geralmente em mulheres, a corda é passada pelo corpo de forma estratégica que lhe dê prazer caso tente se libertar ou deixe certas partes do corpo mais sensíveis.
A pessoa que recebe o Shibari se chama Dorei. Breathplay: Também conhecido por Asfixia Erótica, é a pratica de restrição de oxigênio no parceiro. O motivo desta prática, embora não pude comprovar a veracidade, se dá pelo fato de quanto menor a concentração de oxigênio, maior será a concentração de hormônios no sangue, o que causa um maior prazer, ou um prazer prolongado. A restrição pode ser feita de diversas maneiras, como por sacos plásticos, máscaras de gás, mãos, etc… Deve-se ter extremo cuidado com esta prática. É muito perigoso e não deve ser feito por amadores, o menor deslize pode levar a morte.
Dominação: Aquele que domina o submisso, tem o poder sobre ele. Pode ser feito por meio físico ou psicológica.
Submissão: Aquele que se submete ao poder do dominador, fazendo todas as suas vontades. Sadismo: Aquele que sente prazer em ver o outro sofrer. Masoquismo (Algolagnia): Aquele que sente prazer em sofrer por meio de dor e/ou humilhação.
Spanking: Prática de espancamento. Há vários níveis de intensidade, desde tapinhas até chicotadas. Dependendo do gosto da pessoa. Pode ser usado como castigo ou prêmio. A intensidade da batida deve ser feita gradativamente.
Pony Girl / Dog Woman: Prática de submissão onde o submisso assume papel de cavalo ou cachorro respectivamente. Sendo tratado como tal. Consensual Rape: Prática onde se SIMULA, (ou seja, é concensual) um estupro. Geralmente isso é para mostrar o poder do dominador sobre o submisso. Travestimento / Feminização / Crossdressing: Jogo onde o homem veste e se comporta como mulher. O homem não é necessariamente homossexual para ter este fetiche.
Podolatria / Trampling: Fetiche por pés. Geralmente o submissos se submetem a adoração dos pés de seu dominador. Há diversos jogos que se podem fazer com os pés, basta criatividade. Trampling é a fetiche por ser pisado pelo dominador.
Scat: É o fetiche por fezes. Onde geralmente o dominador os fornece ao submisso, onde ele fará o uso de acordo com as vontades do dominador. Deve se ter cuidado ao praticar Scat, pois a transmissão de doenças é evidente.
Golden Shower: Fetiche por Urinar no parceiro. O mesmo cuidado com Scat deve ser feito no Golden Shower, para evitar transmissão de doenças.
Pissing: Pratica bem pareceda com Golden Shower, mas feito diretamente no boca do(a) submisso (a). O mesmo cuidado com Scat deve ser feito no Golden Shower, para evitar transmissão de doenças.
Fisting: Ato de inserir a mão, parte do braço, ou algum objeto na vagina ou ânus do parceiro. Deve-se lubrificar muito bem a região e tomar cuidados para evitar a distensão muscular e objetos presos devido ao vácuo.
Waxplay: Brincadeiras com velas dão um clima mais misterioso à cena, e podem ser usados no jogo. A cera derretida pode ser usada para torturar o parceiro. Claro, cuidados devem ser tomados para evitar queimaduras sérias. Deve-se deixa-la numa distância segura para evitar queimaduras graves. Deve-se usar neste jogo velas brancas comuns de parafina. Não devem ser usados velas de cera de abelha, velas coloridas e perfumadas, devido aos elementos quimicos alterarem a temperatura de derretimento.
Inversão de Papéis: Jogo onde a mulher passa a ter papel de homem e penetra no parceiro que passa a ter papel de mulher. A inversão de papéis também incluem mulheres com Strap-on (cinto com vibro) que penetram em outras mulheres.
Infantilismo: Prática que visa tratar e cuidar da pessoa como um bebê ou uma criança. Fazendo-o usar fraldas, mamadeiras, chupetas, etc… Agulhas: Deve-se ter extremo cuidado com esta prática. Deve-se ter muita prática e experiência no assunto. Sendo definitivamente uma prática para profissionais. Este jogo usa-se agulhas (de costura ou acupuntura) na pessoa para lhe dar prazer.
Içamento: Prática que pode ser derivada das agulhas onde se prendem ganchos na pele da pessoa e ela é içada ao ar. Deve-se ter extremo cuidado com o material utilizado, o corpo da pessoa, e diversos outros fatores que colaborem com a segurança. Esta é uma outra pratica para profissionais.
Humilhação: Jogo psicológico onde se subjuga o dominado através de palavras ou gestos que o atinjam. Deve se fazer com que o submisso entenda que faz parte do jogo, caso contrário ele sairá abalado da cena.
Face-Sitting: Ato onde a mulher senta no rosto do dominado provocando asfixia.
Privação de Sentidos: Ato onde se priva algum dos sentidos do submisso, como amordaçar, vendar, etc… E aumentar a sensibilidade a outros sentidos.
Eletroestimulação: Ato onde se usa pequenas descargas elétricas para torturar o submisso. Escarificação: Prática de onde se faz pequenos cortes ou abrasões na pele por meio de facas, lixas, etc… Medical Play: Prática onde se usa objetos médicos, como espéculo, agulhas, enemas, cateter, etc…
Tickling: Tortura por meio de cócegas.

fONTE: http://estilobdsm.wordpress.com/praticas-bdsm/

sexta-feira, 18 de abril de 2014

MULHER DE 40 ANOS




Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos.
No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.
Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40.
Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem.
Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso.
Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça. Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.
Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar; finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente. Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. Sim, aos 20 a mulher é escolhida.
Aos 40, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata. A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.
Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.
Aos 20, ela rói unhas. Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamoroso, mais sexualmente arguto. Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor antes de chegar o ponto de precisar exibi-lo.
Consegue o que pretende sem confrontos inúteis.
Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Se você, leitora, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila.
É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom.


Texto de Adriano Silva, 31 anos, diretor de redação da revista Superinteressante 
Publicado aqui sem permissão do autor. 


CERIMÔNIA DO CHOCOLATE

Imprimir E-mail

O chocolate, fruto dos Deuses, era utilizado no Reino apenas para os rituais e representava fonte de energia e da sabedoria.


Toda uma mística envolvia a preparação da bebida.. era feita com massa de cacau, açúcar, manteiga e possivelmente leite. A degustação da bebida, permitida apenas aos nobres, era feita em uma pequena taça cuidadosamente decorada, cuja forma tinha o objetivo de simbolizar o poder e ativava a potência sexual.

O Dominador prende a escrava, totalmente nua, a cama e com uma toalhinha molhada, com água morna e essência perfumada, começa a massagear seu corpo, simbolizando a limpeza das impurezas internas e externas do dia-a-dia.

Brinca com o corpo e as sensações da escrava, começando pelos pés e seguindo até o alto da cabeça. Degusta calmamente o alimento real nas mais diversas partes do corpo da escrava. Molha os lábios dela com a doce bebida e a deixa saborear, sem pressa, algumas frutas com o objetivo de despertar seu paladar.

Ao final, a desamarra e calmamente a aconchega em seus braços, na posição da colher. Juntos eles deixam seus corpos sentirem a alegria dos seus beijos, abraços e carícias, sem apressarem-se para nada, rendendo-se as sensações mágicas provocadas pelo ritual.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Bondage - o prazer e a arte






Bondage é um tipo específico de fetiche, geralmente relacionado com sadomasoquismo, onde a principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração..
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bondage

quarta-feira, 26 de março de 2014

O Conselho

É preciso entender que sub se desenvolve em silêncio, que cresce ouvindo, praticando em reserva tudo aquilo que a tornará grande.
Tem uma frase antiga, talvez não seja tão bela como as que costumam pipocar na net, mas que diz muito: Seja como a luz que atravessa o pântano sem dele levar o lodo...
Sub é isto, exposta a todo tipo de coisa, mas que segue em frente ciente daquilo que faz parte do seu EU. Sub pode estar nua numa vitrine diante de centenas de olhares, mas ninguém verá do que ela é feita, só seu Dono.
Sub não é um amontoado de coisas, de peças que vai recolhendo pelo caminho, sub é construção minuciosa, cuidadosa com partes que são relevantes no todo.
Quando entender que seu crescimento é sua exclusiva responsabilidade, não algo feito na base de erros e acertos, mas de paciência, seleção, serenidade, a sub dará muitos passos na direção que quiser.
Quando falo sua exclusiva responsabilidade é necessário entender que, no fim, quem processa tudo que recebe é a sub, seja algo vindo do Dono, de uma irmã de coleira, de uma colega de trabalho, de um texto que leu, de uma notícia de jornal, etc...
Sub não é uma coletânea solta, de corte colagem que acaba se tornando algo disforme com o tempo, é preciso ter coerência com seu EU sem se deixar contaminar.
Então, Seja como a luz...


FONTE: http://observatoriodeeros.blogspot.com.br

10 dicas para sexo oral - (Texto retirado do Manual do Cafajeste)

1 - Surpreenda. É insuportável ter que pedir para assumir seu papel no sexo oral ou dar a famosa (e inconveniente) tocadinha na cabeça da pessoa para mostrar o caminho. Quando vocês tiverem trocando uns carinhos, vai lá e dá o seu recado;

2 - Oral fast-food não! É bem desagradável quem só faz oral por obrigação, para seguir a cartilha do sexo, e aí dão uma chupadinha de 30 segundos apenas. Se você não gosta, não faça. Se fizer, perca uns minutinhos lá (é preciso terfeeling);
3 - Cuidado nas mordidas. Uma mordidinha de leve é até interessante. Agora não morda como se fosse um chiclete, a cabeça é extremamente sensível;
4 - Cuidado com os dentes. Esse é o mais comum. Tem gente que não abre a boca direito ou que movimenta o pau com os dentes, e aí fica raspando e machucando. Tente usar mais os lábios;
5 - Utilize temperos. Há uma série de ingredientes que colaboram pra deixar o oral mais interessante. Um deles é o Hallspreto e a água gelada (ou a combinação explosiva de ambos). Ponha um na boca e toma uns goles de água, depois mande ver, é indescritível a sensação. Leite condensado e marshmallow também são uma boa pedida;
6 – É sempre bom quando, quem está fazendo um oral, olha nos olhos;
7 - E o saco escrotal? Há quem sinta nojo, há quem o ignore e pouca gente conhece o poder que ele tem. Um oral bem feito abrange, naturalmente, não só o pau, mas também o saco. Há um monte de terminação nervosa nele, o que o torna uma boa fonte de prazer quando estimulado. Dê umas lambidas e chupadas nele (de leve), o resultado é imediato;
8 - Elogie. Pode parecer um pouco constrangedor, mas um elogio curto e sincero (principalmente) é sempre muito bem vindo e inesquecível (homem adora quando elogiam o seu membro);
9 - A polêmica: engole ou cospe? Para mim isso é indiferente. O que é bem excitante é chegar ao clímax na boca de quem chupa, não porque haja prazer em ver esperma na boca, mas porque na hora do orgasmo o membro está sendo estimulado e isso prolonga o prazer;
10 - Beijo depois do oral? Fico indignado com a grossura de alguns homens. Poxa, a pessoa deu tudo de si no sexo oral, por que ter nojo de beijar? Isso eu acho meio injustificável.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

SIM SENHOR!!!

Participo de uma leva de grupos de debates sobre o BDSM, alguns são fechados e permitem apenas submissas, outros abertos e contam tando com a presenças de Tops quanto bottons... e vejo o quanto é reinante a presença de meninas q nasceram com o NÃO na boca..kkkkk... 
Calma explicarei.. ou pelo menos tentarei explicar minha frase a cima..
Bem "meninas do NÃO", São aquelas que a cada imagem que foge das romantizadas e lindamente sensualizadas dos patrocinadores das literaturas "eróticas domesticas", ficam horrorizadas e já logo afirmam em letras garrafais, alias até posso imaginar a cara de nojo, que nunca fariam aquilo.. ou isso... 
ok.. claro.. os mocinhos não "enfiam" a mão no vagina* da mocinha....Não, ele apenas dá uns tapinhas no bumbum dela e a faz gozar loucamente...depois de enche-la de presentes, é claro.... é super compreensivo q o sonho não seja compatível com a realidade...afinal nem sempre a realidade imita a arte.. ou vice-versa...No BDSM a realidade é bem mais cruel, viscosa e perversa... e por isso q é tão boa, (Desculpem, mais essa é minha sincera opinião.. adora a viscosidade das sessões...) existe a dor, o choro, a força e a meiguice... as vezes em intensidades desiguais..porem a cima de tudo existe o abandono.. de ambos.. isso mesmo não só a submissa se entrega, o Senhor tbm, Ele se entrega aos seus mais perversos desejos e se permite ser inteiro. Porem isso só existirá com a entrega tbm da menina.. sem os NÃOS ou TALVEZ... apenas os olhos fechados e o coração entregue..
Quanto vejo essas meninas NÃO negando o q não conhecem, supondo sensações pelas imagens, me pego a pensar.. 
"Pobres "meninas NÃO" sofrem sem saber o prazer que um humilde "sim" poderia proporcionar a elas!"

Belzinha

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

PARAFILIAS

  • Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras ao pênis.
  • Agalmatofilia: atração por estátuas.
  • Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre.
  • Aiquemofilia : Prazer pelo uso de objetos cortantes e pontiagudos
  • Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos).
  • Amphiboliafilia: atração ou excitação sexual por ambiguidades.
  • Anadentisfilia: excitação e prazer sexual por pessoas sem dentes.
  • Anemofilia: excitação sexual com vento ou sopro (corrente de ar) nos genitais ou em outra zona erógena.
  • Apotemnofilia: desejo de se ver amputado.
  • Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio.
  • ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada.
  • BBW: atração por mulheres obesas
  • Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro.
  • Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens.
  • Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.
  • Coleopterafilia: atração sexual por besouros.
  • Coprofagia: fetiche pela ingestão de fezes.
  • Coprofilia: fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro.
  • Cock and ball torture: é uma atividade sexual BDSM sadomasoquísta envolvendo os genitais masculinas.
  • Coreofilia: excitação sexual pela dança.
  • Crinofilia: excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc).
  • Crematistofilia: excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro.
  • Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro.
  • Cyprinuscarpiofilia: excitação sexual por carpas.
  • Dendrofilia: atração por plantas.
  • Emetofilia: excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vômito de outro.
  • Espectrofilia: prática medieval que consiste na excitação por fantasias com fantasmas, espíritos ou deuses.
  • Estelafilia: atração sexual por monumentos líticos (feitos de pedra) normalmente feitas em um só bloco, contendo representações pictóricas e inscrições.
  • Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais.
  • Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas).
  • Fisting: prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus).
  • Flatofilia: prazer erótico em escutar, cheirar e apreciar gases intestinais próprios e alheios.
  • Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.
  • Galaxiafilia: atração sexual pelo aspecto leitoso da Via Láctea.
  • Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos.
  • Hebefilia (ver lolismo)
  • Hipofilia: desejo sexual por equinos.
  • Imagoparafilia: prazer em imaginar-se com alguma parafilia.
  • Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios
  • Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes
  • Kosupurefilia: excitação sexual por Cosplay.
  • Maieusofilia: ver pregnofilia
  • Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.
  • Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas.
  • Moresfilia: atração ou excitação sexual por coisas relativas aos costumes.
  • Nanofilia: atração sexual por anões.
  • Necrofilia : atração por pessoas mortas
  • Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas.
  • Odaxelagnia: fetiche por mordidas.
  • Orquifilia: fetiche por testículos.
  • Panpaniscusfilia: excitação sexual por Bonobos.
  • Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens.
  • Pigofilia: excitação sexual por nádegas.
  • Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.
  • Podolatria: fetiche por pés.
  • Pogonofilia: fetiche por barba.
  • Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas e/ou pela observação de partos.
  • Quirofilia: excitação sexual por mãos.
  • Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.
  • Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem.
  • Sarilofilia: fetiche por saliva ou suor.
  • Sororilagnia: sexo com a própria irmã.
  • Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos.
  • Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro.
  • Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos.
  • Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não.
  • Vorarefilia: atração por um ser vivo engolindo ou devorando outro.
  • Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo.
  • Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Parafilia

O BDSM CLUBE

Ele foi fundado ano passado pela famosa Gata Selvagem, uma das fetichistas e Dommes mais conhecidas do pais e que era uma das mais conhecidas organizadoras de eventos BDSM que agora dirige sua própria casa.
Bem o Bar durante a semana serve deliciosas refeições e é conhecido como Rock, Blues and Co. e funciona todos os dias sob a direção de nossa amiga de muitos anos e que conhece tudo de culinária de bares e eventos também tendo um Buffet com varias delicias que vale a pena experimentar.
Porem nas sextas e sábados a noite a partir das 21:00 ou até mais cedo em eventos diferenciados o Rock, Blues and Co. se transforma no BDSM Clube e a Gata Selvagem nossa anfitriã nos recebe super bem com toda atenção em um ambiente super aconchegante, requintado e receptivo.
BDSM Clube tem como padrão na sexta feira ter um Munch que basicamente é uma reunião de amigos para conversar sobre o BDSM em um tema diverso.
A casa tem como ponto alto um cardápio com deliciosos petiscos e comidas que alias tenho de destacar a minha predileta porção de bar que é o provolone a milanesa...!!! Mas de tudo que experimentei na noite do cardápio posso dizer que a cozinha do BDSM Clube esta de parabéns...!!!
Fora isso por ser um Bar ele tem varias marcas importadas para os amantes da cerveja, e vários licores e bebidas alias a ginger_OM amou poder encontrar no bar o licor espanhol predileto dela o "43" que até hoje encontrou em raríssimos lugares.
E por fim temos de destacar o que faz o maior diferencial do bar que é o super bem equipado Dungeon no primeiro andar onde os praticantes ou simpatizantes podem fazer ou ver cenas no equipamentos do Dungeon sob a supervisão da Gata Selvagem que mantem o SSC (São, Seguro e Consensual)no bar.
Então com as pessoas sempre me questionam de onde podem ter um primeiro contato vendo cenas ou aprendendo BDSM de forma segura, sim o BDSM Clube é umaótima opção...!!!
Situado em uma ótima localização na zona leste de São Paulo:

Rua Antonio de Barros, 2780 - Tatuapé - São Paulo - SP - Brasil.
Fones: (11) 2157-1130 / 2538-5335 / 97165-1811

FONTE: http://www.motorfetiche.com.br/eventos/8-o-bdsm-clube.html

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

RELAÇÃO D/S

O que é uma relação D/s

Se alguém perguntar o que é “Dominação e submissão” irá receber das pessoas envolvidas nesse tipo de relacionamento as mais diferentes respostas. No entanto, a maioria concordará que D/s consiste numa relação consensual de troca de poder entre duas pessoas. Uma pessoa está no controle, conhecido como dominador, a outra pessoa é controlada, conhecido como submisso (note que o “Dominador” é normalmente maiúsculo e que “submissos” não é). O submisso dá certa quantidade de ‘poder’ para o Dominante sobre sua vida. Isto pode ser simples com o dominante dizendo-lhe o que vestir a cada dia, ou pode ser tão complexo como ele ter de pedir autorização para o Dominante até mesmo sair de casa. O ponto importante a ser observado é que estamos tratando de relações consensuais. Os direitos do submisso não são tomados deles, esses direitos são tratados livremente durante um período de negociação.


Existem alguns termos que são usados dentro do estilo de vida D/s:
• Dominador – A pessoa a quem é dada certa quantidade de controle sobre o submisso. Outras maneiras de descrevê-los são Dom e Domme.
• submisso – A pessoa que dá certa quantidade de controle para a Dominadora. Outros termos usados para descrevê-los são sub e escravo.
• D/s – Dominação e submissão. Um relacionamento com troca de poder.
• baunilha – relacionamento sem envolvimento D/s.
• 24 / 7 – Viver um relacionamento D/s 24 horas por dia, sete dias por semana.
• Cena – A melhor maneira de descrever uma “cena” é pensar numa cena de filme. É uma interação entre um Dom e uma sub. Essa cena não tem que ser sexual; tudo o que é necessário é que exista a troca de poder entre os participantes.
• Top – Um Dominante para apenas uma cena.
• bottom – Um submisso para apenas uma cena. Isto não significa a pessoa é sempre um submisso. .
• Switcher – Alguém que alterna entre papéis de dominante e submisso.
• Safeword (palavra de segurança) – Palavras que são usadas por qualquer Dom ou sub para desacelerar, ou parar uma cena. Escolher a palavra que será usada faz parte da negociação.


FONTE: CASTELO DOM RAFAEL

sábado, 15 de fevereiro de 2014

PARAFILIA


Coreofilia



Conhecemos aqui mais uma parafilia, essa refere-se a atração sexual pela dança.

É sabido por todos o quanto a arte da dança pode proporcionar e promover entre as pessoas. 
Traz tonificação muscular, melhoria na flexibilidade e coordenação motora.
 Melhora a circulação, como qualquer outra atividade física, ajuda a regular o sono, diminui a ansiedade.
 Por ser aeróbico a depender do ritmo, ajuda a perder uma boa quantidade de calorias, enfim, é bom demais.
Pensando melhor, mas... de que forma a dança poderia ser aliada ao sexo?
É possível obter prazer pela dança?




A dança por si só é libertadora. A própria desenvoltura corporal proporciona todo esse sentimento de liberdade, onde os movimentos podem ser feitos espontaneamente, como quiser.

Uma linda dança que proporciona grande liberdade em seus movimentos é a dança do ventre. 
Quem nunca viu tamanha beleza, sensualidade e envolvimento que ela proporciona?
A forma de dança chamada em árabe de "Raqs Sharqui" (dança do oriente) existe provavelmente há milhares de anos. Há muitas teorias sobre suas origens, uma das quais é que ela tem suas raízes na Índia e que de lá foi difundida pelos ciganos que a divulgaram no Ocidente. 
Outros dizem que ela nasceu no Antigo Egito, e querem traçar no passado sua origem de acordo com antigas danças rituais da Idade da Pedra, nas religiões que cultivavam a grande Deusa. 
Também acredita-se que a dança existiu como forma de arte nas cortes tanto sob o Império Romano quanto mais tarde no Império Otomano (Turquia). Durante esta época, imagina-se que a dança possa ter se espalhado por todo o mundo árabe.
O mais interessante dessa dança é que dizem ser boa para a fertilidade. Sendo então um prenuncio como dança do acasalamento, onde seduz, agrada o companheiro e prepara o ventre para a vinda do futuro herdeiro.
Todos os movimentos, roupas, maquiagem são feitos com escolha especial, totalmente para agradar o marido... é uma relação baunilha sim, mas vendo a relação como é conduzida, tudo em prol de agradar. 
No D/s temos isso, o pensamento da submissa é focado nisso, em agradar o Dono.




Outra dança com esse intuito de sedução e envolvimento é o Polidance

Pole dance (em português: dança do cano, dança da barra, dança do varão ou, ainda, dança do poste - literalmente -, também conhecida como barra americana) é uma forma de dança e ginástica. 
Original da Inglaterra dos anos 1980, 1 2 foi introduzida em Portugal em 2005 pela escola Círculo de Dança de Lisboa.3
Se trata de uma dança sensual , utilizando, como elemento, um poste ou barra vertical sobre o qual o(a) bailarino(a) realiza sua atuação. Este termo é comumente associado ao âmbito dos strip clubs, porém, recentemente, também vem se utilizando o termo pole dance artístico nos cabarés e nos circos em espetáculos acrobáticos que não apelam ao erotismo como ferramenta visual.
Existem diferentes vertentes de pole dance. Antigamente associado às casas noturnas e ao strip-tease, o pole dance assume, hoje, outras vertentes, como, por exemplo, o pole dance fitness, para a finalidade de trabalhar determinados grupos musculares, ficar com o corpo em forma e praticar algum desporto. Há o poledance artístico, que visa mais ao lado acrobático e que é incorporado principalmente em espetáculos de performance, no circo etc. E também o poledance sensual ou erótico, que é o que se vê nos strip clubs e que visa mais ao lado erótico e sensual.
O pole dance requer certa força e resistência. Nos strip clubs, o pole dance se realiza de forma não tão ginástica, mas também acompanhado de um strip-tease.
De que forma a coreofilia pode estar inserida n BDSM? No puro e simples momento de agradar o Dono por meio da dança. Na dança tem tudo o que em geral o Dono gosta, sensualidade, envolvimento, sedução e principalmente excitação que isso pode proporcionar.
Mas fora esse momento, é possível que também possa ser praticado de outra forma, durante o ato sexual. 
Isso mesmo!
Dependendo do ritmo e estilo de música, ela pode ser associada ao sexo a partir dos movimentos do bit que a musica proporciona.
Exemplo: Se a música é mais acelerada, os movimentos das posições se tornam mais intensos o que proporciona um prazer incrível, podendo fazer as mulheres chegarem a orgasmos múltiplos!

Texto by Lara Angel 
Fonte: O Clube das Submissas