quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

BDSM E VOCÊ

Sabe - se que BDSM é o acrônimo constituído de quatro letras que significam B (bondage), D (dominação ou disciplina), S (submissão ou sadismo) e M (masoquismo).

Baseando - se nessa definição acadêmica e bastante conhecida, o praticante pode buscar, escolher e viver diferentes tipos de relações, fantasias, descobrir novos papéis sexuais, valores, parceiros, tudo em nome do prazer considerado, na visão de muitos, doente, depravado, obscuro, pecaminoso e sujo.
Informação é conhecimento. 

Conhecimento é poder. Para saber mais, leia:

AGE PLAY PRÁTICA

Age play é um jogo entre adultos que consiste em interpretação de idade escolhida pelos participantes, que pode ser alguém interpretando desde um bebê ao idoso.  O age play pode ser pouco sexual, muito sexual ou não sexual.

O age play é usado para ajudar na submissão, para que o domínio do dominante sobre a submissa fique mais confortável . Variações sexuais podem incluir, entre outras brincadeiras de incesto, em que os indivíduos recriam e sexualizam papéis dentro de uma família, o fetichismo menina do papai (menino da mamãe), em que as diferenças de idade reais ou imaginárias são a base da interpretação e do feminino é retratado como o parceiro mais jovem.

 Para saber mais, leia:

domingo, 26 de junho de 2016

DICA DE LEITURA - nove livros eróticos de todos os tempos

OS NOVE LIVROS MAIS ERÓTICOS DE TODOS OS TEMPOS:


  1.  - Elogio da Madrasta - Mario Vargas Llosa
  2.  - Mulheres - Charles Bukowski
  3.  - A casa dos budas ditosos - João Ubaldo Ribeiro
  4.  - O amante - Marguerite Duras
  5.  - Pequenos pássaros - Anais Nin
  6.  - Pornopopeia - Reinaldo Moraes
  7.  - A filosofia na alcova - Marques de Sade
  8.  - O sofá - Crebillon Fils
  9.  - O amante de Lady Chatterley - D H Lawrence.





FONTE: http://www.brasilpost.com.br/nathalia-bottino/9-livros-eroticos_b_5129136.html

domingo, 14 de fevereiro de 2016

WILMA AZEVEDO

DOR
A alma livre deseja o cativeiro.
No corpo quero sentir o beijo do couro,
Que recebe o meu, quando me dobro,
Diante de sua altivez, submisso.
Amarro-me, amarre-me, ata-me.
Cordas, correntes, coleira.
O meu ser em escravo transforme.
Faça-me sofrer. Vem, tortura.
Na palavra sou castigado,
Impiedosamente humilhado.
Diante de ti eu rastejo.
Sinto do chicote o beijo,
No calor da cera sou queimado,
O prêmio: beber o néctar dourado.

domingo, 8 de novembro de 2015

SEXO TÂNTRICO

Os princípios tântricos

Dentro do conhecimento Hinduísta, há abrangência para a sexualidade e espiritualidade como forma de crescimento e desfrutamento próprio e com todo universo, e atingir o prazer de uma vida mais rica e equilibrada.
Tantra é uma palavra de origem sânscrita[1] que quer dizer trama ou tecido, e que na língua ocidental recebeu significado de doutrina ao sentido que se entrelaça uma serie de ensinamentos e práticas sexuais e espirituais.

A Energia no Tantra

O tantra considera que todos os seres vivos são formados de energia dentro de seus diversos níveis como vegetalmineral e animal. Também considera que antigamente o ser humano era um todo completo, pois teria sido criado sexualmente andrógeno e assim que foi dividido em dois seres, só conseguiria alcançar seu ápice do seu ser encontrando seu sexo oposto que o correspondesse. Como o ser humano este diretamente ligado a rede energética do universo, a prática sexual realiza a liberação e a troca de energia necessária para alcançar o equilíbrio dito pelo Tantra.
Com a troca de energia durante o contato sexual (que para o Tantra, não é alcançar o orgasmo e sim o prazer supremo e prolongado) o homem tem uma grande descarga de energia quando alcança um orgasmo e a mulher ao ter vários orgasmos nutre e recarrega a energia de seu parceiro.

Sexo Tântrico

O sexo Tântrico cria uma nova perspectiva, uma inspiração erótica de grande riqueza, uma capacidade de reflexão profunda e sensibilidade vital extrema que pode até gerar um tempo e espaço diferentes durante o contato sexual. Isto que promove as relações tântricas sua imagem mágica e alteração temporal.
A prática tântrica pode ser realizada por qualquer pessoa que se proponha a tentar alcançar o prazer supremo e prolongado.[2] Não é de interesse do sexo tântrico, o número de orgasmos ou de ejaculações que se alcance e sim a experiência que é uma comunhão física e espiritual com o parceiro para lucidar-se com o quão intenso pode ser o prazer.
Para isto, é necessário um alto nível de concentração que propicia o desapego de toda censura imposta por si mesmo e também aumenta a sensibilidade do erotismo.

FONTE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sexo_t%C3%A2ntrico

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

SUB - DROP

Sub-Drop é um fenômeno tanto fisiológico quanto psicológico, que consiste na baixa de endorfinas e sentimento de privação em relação ao Dominante após uma sessão. Muitos tem dificuldade em identificar uma situação de sub-drop, principalmente por se manifestar de formas tão diferentes de pessoa para pessoa.
Principais Sintomas:
  • Sentimentos de depressão
  • Ansiedade
  • Sensação de separação ou distância entre submisso e Dominante
  • Fadiga
  • Tristeza
  • Dor
  • Irritabilidade
  • Depressão
  • Sensação de ressaca
  • Negação
  • Culpa
  • Medo
  • Sensação de solidão
Sub-Drop é um assunto sério e pode levar um submisso a depressão com apenas uma sessão, a liberação de endorfinas e opióides durante uma sessão deixa o corpo em um estado tão alterado que acaba levando tempo para o corpo conseguir reencontrar o equilíbrio certo dentro do sistema do sub.  Algumas pessoas tendem a se recuperar em questão de horas, mas outros exibem sinais de sub-drop durante semanas.
Geralmente as pessoas que estão em relações mais casuais e que não envolvem grande comprometimento, tem tendência menor ao Sub-Drop, a razão para isso é que as relações casuais não possuem o mesmo peso da intimidade que existe em relações mais longas.
Devido a quantidade de energia e atenção dedicada ao seu Dominante e os limites que são testados com mais frequência, as cenas podem ser mais extremas. Relações muito casuais tendem a não se desenvolver dessa forma, fazendo com que a confiança e a necessidade de ultrapassar limites não seja tão pronunciada.
As emoções que podem surgir durante e depois de uma cena precisam ser resolvidas, não mantenha essas emoções presas.
Escreva, converse e mantenha um canal de comunicação aberto com seu parceiro, ele pode te ajudar a superar essa fase.
É importante que o submisso aceite que em algum momento isso pode acontecer e saiba identificar os sinais e talvez montar um plano de emergência para situações em que seu Dominador não poderá estar presente.
Já o Dominante deve se manter sempre alerta para esses sinais, geralmente em ocasiões onde ocorre um sub-drop, um cuidado pós-sessão mais intenso se fará necessário. Paciência é mandatória, esse é um dos momentos em que o bottom se sente mais vulnerável e geralmente é onde precisa de afirmação dentro do seu papel na relação. o Sub-Drop pode ser evitado com um acompanhamento regular ao estado do submisso, então atenção extra pode ajudar, seja saindo para tomar um sorvete ou apenas para jogar papo fora, não esqueça que esse não é o momento certo para exercer seu sadismo.
O importante aqui é se lembrar que esse estado é temporário e que se for abordado da forma correta será algo fácil de ser superado ;)
FONTE: http://feticheclub.com.br/sub-space-sub-drop-e-sub-burnout-por-ladyeve26/

SUB - SPACE

Sub-Space

É um estado psicológico alterado que é alcançado por um bottom durante uma cena. A grande maioria das pessoas associa o BDSM ao seu aspecto físico e acaba esquecendo dos aspectos psicológicos, que devem ser considerados durante toda cena.
Sub-space é muito parecido com um transe hipnótico, onde a pessoa consegue mentalmente se separar do ambiente enquanto processa a experiência. Geralmente acontece quando o bottom se aprofunda e foca mais nas sensações físicas da brincadeira, o mundo pode desaparecer restando apenas o bottom, o Top e o que está acontecendo.
A sensação dupla de prazer e dor gera uma resposta do sistema nervoso simpático, que causa a liberação de epinefrina das glândulas suprarrenais  e uma descarga de endorfinas e encefalinas.
Essa mistura de químicos tem um efeito parecido de drogas como a morfina, gerando um tipo de anestésico natural aumentando a tolerância de dor do bottom induzindo um estado de euforia e algo relatado como experiência “fora do corpo”.
Esse estado mental pode durar horas ou dias, alguns ficam com aquele brilho durante semanas.
Embora pareça muito atraente o Sub-space cria um estado mental que impede o pensamento racional e afeta a capacidade de tomar decisões, é um estado que precisa ser monitorado constantemente tanto física como mentalmente para garantir a segurança do bottom envolvido.
Então por mais que pareça atrativo o Top tem que se manter alerta e saber quando diminuir o ritmo e parar a cena. Muitos bottoms, quando em profundo estado de Sub-space perdem a noção dos limites próprios e acabam colocando a própria segurança em risco, pedindo por mais e insistindo na continuidade da cena, nas mãos de um Top inexperiente ou sem entendimento dos perigos do Sub-Space pode ser algo extremamente perigoso para o bottom.

FONTE: http://feticheclub.com.br/sub-space-sub-drop-e-sub-burnout-por-ladyeve26/

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

DICA DE LEITURA - sim, Senhor


Sinopse - sim, Senhor - Livro 1 - Danúbia Ferreira

Nem sempre fui uma boa menina. Esse meu comportamento foi lapidado através de muita disciplina. Passei por momentos difíceis para chegar aqui. Minhas experiências ao longo do caminho foram dolorosas. Nunca me importei com as consequências, desde que obtivesse minhas repostas. Pensamentos errôneos me colocaram em situações embaraçosas. Tive que controlar meu lado impulsivo e aprender a esperar. Aprendi de uma forma dolorosa a nunca confiar em qualquer pessoa. Conheci um mudo novo e entrei nele de cabeça. Lutei com unhas e dentes para pertencer o Dono de mim... Sou um homem extremamente exigente e perfeccionista. Levo o meu trabalho no clube muito a sério. Para muitos, o BDSM é um fetiche; para a sociedade, uma perversão. Para mim, um estilo de vida. Gosto do que é bom, do que me completa. Gosto de um desafio e sei reconhecer um quando vejo. Ela era indisciplinada e muito rebelde, mas tinha uma sensualidade cativante e um olhar penetrante. Talvez aqueles olhos penetrantes pudessem me dar o que tanto procurava. 

domingo, 2 de novembro de 2014

ENDORFINA O VÍCIO DO PRAZER

A endorfina é um neurotransmissor, assim como a noradrenalina, a acetilcolina e a dopamina, e é uma substância química utilizada pelos neurônios na comunicação do sistema nervoso. É um hormônio, uma substância química que, transportada pelo sangue, faz comunicação com outras células.
Sua denominação se origina das palavras "endo" (interno) e "morfina" (analgésico).
As endorfinas foram descobertas em 1975. Foram encontradas 20 tipos diferentes de endorfinas no sistema nervoso, sendo a beta-endorfina a mais eficiente pois é a qual dá o efeito mais eufórico ao cérebro. Ela é composta por 31 aminoácidos.
A endorfina é produzida em resposta à atividade física, visando relaxar e dar prazer, despertando uma sensação de euforia e bem-estar.
Efeitos principais das endorfinas:
* Melhoram a memória;
* Melhoram o estado de espírito (bom humor);
* Aumentam a resistência;
* Aumentam a disposição física e mental;
* Melhoram o nosso sistema imunológico;
* Bloqueiam as lesões dos vasos sanguíneos;
* Têm efeito antienvelhecimento, pois removem superóxidos (radicais livres);
* Aliviam as dores;
* Melhoram a concentração.
Pesquisas recentes
Atualmente sabemos que a endorfina é produzida na hipófise e liberada para o sangue juntamente com outros hormônios como o GH (hormônio do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) que estimula a produção de adrenalina e cortisol.
Nos últimos trinta anos autores como Harber & Sutton, McGowan, Shyiu, Hoffmann e Heitkamp muito contribuíram para o que hoje se conhece sobre endorfina.
Estudos recentes apontam que a endorfina pode ter tanto um efeito sobre áreas cerebrais responsáveis pela modulação da dor, do humor, depressão, ansiedade como pela inibição do sistema nervoso simpático (responsável pela modulação de diversos órgãos como coração, intestino etc.). Elas podem também regular a liberação de outros hormônios. Provavelmente parte da capacidade da acupuntura em aliviar a dor seja devida ao estímulo da liberação de endorfinas. Uma vez estimulados pelas agulhas nos terminais nervosos ("pontos") é gerado um impulso para aumentar a liberação de neurotransmissores no complexo supressor de dor, ou seja, é produzido o efeito analgésico na região cerebral.
O consumo de chocolate e pimenta também estimula a produção de endorfina. A endorfina também é liberada após aproximadamente 30 minutos de exercícios físicos aeróbicos, como por exemplo: uma leve corrida.
Em resumo em uma teoria:
A dor do spanking junto com a imaginação da fantasia da sessão faz que a submissas sentem nas sessões, fazem elas sentir prazer, felicidade e chega ao orgasmo com maior intensidade que as mulheres baunilhas.
Por isso que, quem provou as sessões de BDSM, nunca sentira em qualquer relação baunilha o prazer que sente.
Será que e um novo vicio? Ou um vicio já bem conhecido desde a antiguidade?

FONTE: facebook grupo BDSM SP

sábado, 4 de outubro de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

PRATICAS BDSM

O BDSM é um universo composto por diversos fetiches. Ninguém é obrigado a gostar de tudo, mas é obrigado a respeitar o gosto do outro. Talvez algumas práticas relatadas aqui não te agradem ou possam até ofender.
Bondage: Fetiche por amarrar o parceiro. Restringir para dar prazer. Pode ser por cordas, roupas, Vac-Beds, camisa de força, filmes plásticos, etc… Pode ser usado para disciplinar o parceiro. É necessário ter certo domínio no assunto.
Self-Bondage: Prática de bondage feito por si próprio, ’se amarrar’. Deve-se ter cuidado ao praticar self-bondage.
Water Bondage: Fetiche por Bondage debaixo d’agua, ou que contenha água. Mumificação: Restrição por meio de mumificação por gaze, filme plástico, gesso, etc… Digamos que é uma subcategoria do Bondage.
Shibari: Arte milenar japonesa de amarrar a pessoa para lhe dar prazer. Feito geralmente em mulheres, a corda é passada pelo corpo de forma estratégica que lhe dê prazer caso tente se libertar ou deixe certas partes do corpo mais sensíveis.
A pessoa que recebe o Shibari se chama Dorei. Breathplay: Também conhecido por Asfixia Erótica, é a pratica de restrição de oxigênio no parceiro. O motivo desta prática, embora não pude comprovar a veracidade, se dá pelo fato de quanto menor a concentração de oxigênio, maior será a concentração de hormônios no sangue, o que causa um maior prazer, ou um prazer prolongado. A restrição pode ser feita de diversas maneiras, como por sacos plásticos, máscaras de gás, mãos, etc… Deve-se ter extremo cuidado com esta prática. É muito perigoso e não deve ser feito por amadores, o menor deslize pode levar a morte.
Dominação: Aquele que domina o submisso, tem o poder sobre ele. Pode ser feito por meio físico ou psicológica.
Submissão: Aquele que se submete ao poder do dominador, fazendo todas as suas vontades. Sadismo: Aquele que sente prazer em ver o outro sofrer. Masoquismo (Algolagnia): Aquele que sente prazer em sofrer por meio de dor e/ou humilhação.
Spanking: Prática de espancamento. Há vários níveis de intensidade, desde tapinhas até chicotadas. Dependendo do gosto da pessoa. Pode ser usado como castigo ou prêmio. A intensidade da batida deve ser feita gradativamente.
Pony Girl / Dog Woman: Prática de submissão onde o submisso assume papel de cavalo ou cachorro respectivamente. Sendo tratado como tal. Consensual Rape: Prática onde se SIMULA, (ou seja, é concensual) um estupro. Geralmente isso é para mostrar o poder do dominador sobre o submisso. Travestimento / Feminização / Crossdressing: Jogo onde o homem veste e se comporta como mulher. O homem não é necessariamente homossexual para ter este fetiche.
Podolatria / Trampling: Fetiche por pés. Geralmente o submissos se submetem a adoração dos pés de seu dominador. Há diversos jogos que se podem fazer com os pés, basta criatividade. Trampling é a fetiche por ser pisado pelo dominador.
Scat: É o fetiche por fezes. Onde geralmente o dominador os fornece ao submisso, onde ele fará o uso de acordo com as vontades do dominador. Deve se ter cuidado ao praticar Scat, pois a transmissão de doenças é evidente.
Golden Shower: Fetiche por Urinar no parceiro. O mesmo cuidado com Scat deve ser feito no Golden Shower, para evitar transmissão de doenças.
Pissing: Pratica bem pareceda com Golden Shower, mas feito diretamente no boca do(a) submisso (a). O mesmo cuidado com Scat deve ser feito no Golden Shower, para evitar transmissão de doenças.
Fisting: Ato de inserir a mão, parte do braço, ou algum objeto na vagina ou ânus do parceiro. Deve-se lubrificar muito bem a região e tomar cuidados para evitar a distensão muscular e objetos presos devido ao vácuo.
Waxplay: Brincadeiras com velas dão um clima mais misterioso à cena, e podem ser usados no jogo. A cera derretida pode ser usada para torturar o parceiro. Claro, cuidados devem ser tomados para evitar queimaduras sérias. Deve-se deixa-la numa distância segura para evitar queimaduras graves. Deve-se usar neste jogo velas brancas comuns de parafina. Não devem ser usados velas de cera de abelha, velas coloridas e perfumadas, devido aos elementos quimicos alterarem a temperatura de derretimento.
Inversão de Papéis: Jogo onde a mulher passa a ter papel de homem e penetra no parceiro que passa a ter papel de mulher. A inversão de papéis também incluem mulheres com Strap-on (cinto com vibro) que penetram em outras mulheres.
Infantilismo: Prática que visa tratar e cuidar da pessoa como um bebê ou uma criança. Fazendo-o usar fraldas, mamadeiras, chupetas, etc… Agulhas: Deve-se ter extremo cuidado com esta prática. Deve-se ter muita prática e experiência no assunto. Sendo definitivamente uma prática para profissionais. Este jogo usa-se agulhas (de costura ou acupuntura) na pessoa para lhe dar prazer.
Içamento: Prática que pode ser derivada das agulhas onde se prendem ganchos na pele da pessoa e ela é içada ao ar. Deve-se ter extremo cuidado com o material utilizado, o corpo da pessoa, e diversos outros fatores que colaborem com a segurança. Esta é uma outra pratica para profissionais.
Humilhação: Jogo psicológico onde se subjuga o dominado através de palavras ou gestos que o atinjam. Deve se fazer com que o submisso entenda que faz parte do jogo, caso contrário ele sairá abalado da cena.
Face-Sitting: Ato onde a mulher senta no rosto do dominado provocando asfixia.
Privação de Sentidos: Ato onde se priva algum dos sentidos do submisso, como amordaçar, vendar, etc… E aumentar a sensibilidade a outros sentidos.
Eletroestimulação: Ato onde se usa pequenas descargas elétricas para torturar o submisso. Escarificação: Prática de onde se faz pequenos cortes ou abrasões na pele por meio de facas, lixas, etc… Medical Play: Prática onde se usa objetos médicos, como espéculo, agulhas, enemas, cateter, etc…
Tickling: Tortura por meio de cócegas.

fONTE: http://estilobdsm.wordpress.com/praticas-bdsm/

sexta-feira, 18 de abril de 2014

MULHER DE 40 ANOS




Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos.
No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.
Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40.
Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem.
Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso.
Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça. Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.
Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar; finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente. Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. Sim, aos 20 a mulher é escolhida.
Aos 40, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata. A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.
Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.
Aos 20, ela rói unhas. Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamoroso, mais sexualmente arguto. Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor antes de chegar o ponto de precisar exibi-lo.
Consegue o que pretende sem confrontos inúteis.
Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Se você, leitora, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila.
É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom.


Texto de Adriano Silva, 31 anos, diretor de redação da revista Superinteressante 
Publicado aqui sem permissão do autor. 


CERIMÔNIA DO CHOCOLATE

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O chocolate, fruto dos Deuses, era utilizado no Reino apenas para os rituais e representava fonte de energia e da sabedoria.


Toda uma mística envolvia a preparação da bebida.. era feita com massa de cacau, açúcar, manteiga e possivelmente leite. A degustação da bebida, permitida apenas aos nobres, era feita em uma pequena taça cuidadosamente decorada, cuja forma tinha o objetivo de simbolizar o poder e ativava a potência sexual.

O Dominador prende a escrava, totalmente nua, a cama e com uma toalhinha molhada, com água morna e essência perfumada, começa a massagear seu corpo, simbolizando a limpeza das impurezas internas e externas do dia-a-dia.

Brinca com o corpo e as sensações da escrava, começando pelos pés e seguindo até o alto da cabeça. Degusta calmamente o alimento real nas mais diversas partes do corpo da escrava. Molha os lábios dela com a doce bebida e a deixa saborear, sem pressa, algumas frutas com o objetivo de despertar seu paladar.

Ao final, a desamarra e calmamente a aconchega em seus braços, na posição da colher. Juntos eles deixam seus corpos sentirem a alegria dos seus beijos, abraços e carícias, sem apressarem-se para nada, rendendo-se as sensações mágicas provocadas pelo ritual.